20/12/2011
Postura Profissional
Festas de final de ano e comemorações fora do ambiente de trabalho devem ser um momento de descontração, mas sem exageros
O
final do ano é um período intenso de celebrações nas empresas, com o objetivo
de unir o grupo de trabalho e também comemorar as metas alcançadas. Nestas
ocasiões, a etiqueta corporativa deve ser lembrada e incentivada, para evitar
que o excesso de bebida, uma roupa inadequada ou alguma piada mais áspera
transforme um momento de alegria e descontração em objeto de desavença entre
profissionais.
O
diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Rio Grande do
Sul, Auri Rodrigues acredita que adotar uma postura mais cuidadosa é o ideal
nestas situações. “A imagem profissional conta muito dentro das empresas, por
isso os cuidados devem estar relacionados aos excessos, de toda ordem. Conter-se
e cuidar-se diante dos riscos não quer dizer ser chato ou conservador, mas, sim,
saber se divertir com os colegas de trabalho sem exagerar e tornar-se
posteriormente o grande motivo de chacota ou de comentários maldosos. Pode-se
comer, beber, dançar, contar piada, rir muito, estar feliz sem precisar ser o
foco da atenção de todos”, afirma Rodrigues.
A
etiqueta corporativa nas relações entre os colaboradores varia conforme o
perfil da instituição. Em alguns grupos uma comemoração mais extrovertida faz
parte da cultura da empresa. Portanto, é necessário que os gestores saibam
lidar com essa pluralidade de comportamento. “Há organizações que uma festa sem
bebida alcoólica fica totalmente vazia, pois é tradição, todos gostam, mas
sabem aproveitar dentro dos limites estabelecidos da boa convivência.
Há outras que essa possibilidade não é nem lembrada, pois o histórico diz que o
risco é mais alto do que a satisfação dos colaboradores”, completa o diretor da
ABRH-RS.


















